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segunda-feira, setembro 13, 2021

Protocolo


Parece fácil, mas não é. Quase quatro décadas de vida diplomática ensinaram-me a “ler” melhor estas coisas. Montar, coordenar e dirigir, durante vários dias, a cerimónia das exéquias de uma figura de Estado é um trabalho que exige extrema sensibilidade, rigor e muito bom senso. Se alguma coisa tivesse falhado, se houvesse algum incidente ou um percalço inesperado, teria sido um “aqui d’el-rei”. Como tudo se passou exemplarmente, não é “notícia”.

O modo como o Protocolo de Estado, sedeado no Ministério dos Negócios Estrangeiros, sempre se tem comportado nestas ocasiões, que só por equívoco se pode pensar serem iguais umas às outras, quanto mais não seja pelo modo diferenciado como as famílias da pessoa a homenagear legitimamente pretendem influenciar a “liturgia” dos atos, é um atestado de imenso profissionalismo.

Quero deixar aqui, publicamente, uma palavra de grande respeito e gratidão, como português, à embaixadora Clara Nunes dos Santos, chefe do Protocolo de Estado, e a toda a sua equipa.

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