Quando o Sporting foi buscar ao Braga, por um preço brutal, o treinador Rúben Amorim, pareceu-me um exagero.
Agora, vendo o trabalho feito (nada está ganho, claro!) e, em particular, a sua atitude serena (nunca lhe ouvi a voz, porque não vejo nem um segundo de “futebol falado”), dou a mão à palmatória.