domingo, 7 de fevereiro de 2021

António Barreto

António Barreto, um homem inteligente e culto, desenhou, ao longo dos últimos anos, uma laboriosa e sofisticada narrativa sobre o país. A necessidade de ter de a republicar todas as semanas, renovando-a semanticamente, tem-se revelado uma tarefa pesada e nem sempre com sucesso.

7 comentários:

jose duarte disse...

De acordo com o que diz sobre AB.
Hoje fiz um esforço para o ouvir na TSF. Confesso que, a sofisticada narrativa sobre Portugal, deixa-me um pouco ""perplexo.Talvez não consiga entender, mas tanto azedume faz-me pensar que há "recalcamentos" em relação PS e em relação à politica em geral.
Acho que, muitas das vezes, perdeu o sentido das coisas. Das coisas politicas,das coisas da vida,dos políticos.....Confesso que não percebo..??

albertino ferreira disse...

Agora parece que deixou o Público e passou para o DN. Não faz uma crítica construtiva, é só bota abaixo; estará zangado com alguém, ressabiado, ou será próprio da idade e está a perder a lucidez!?

Jaime Santos disse...

O senhor Embaixador cultiva a ironia, como o sabemos. Este comentário é um dos melhores exemplos que tenho lido nos últimos tempos...

septuagenário disse...

Nunca pensou que o país chegasse a tanta insignificância.

Daí o desgosto estampado em tudo o que diz.

is22d disse...

Brilhante

is22d

Worldphototravel disse...

Com este perfil, António Barreto de agora não diria coisas nada boas do A. Barreto ministro nos anos 70 e a CS adora dar voz aos dissidentes do PS ainda que este tenha saído há mais de 40 anos. Julgo que se elogiasse a actual governação dava no máximo 1 entrevista. O bota abaixo aqui e ali consegue mantê-lo á tona mais umas semanas. Até pode ser que o chamem para uma TV...

J.Tavares de Moura disse...

“O balanço da geringonça do ponto de vista económico e financeiro foi muito muito muito negativo. “
António Barreto, entrevista ao D.N., 6/Fev/2021

Factos: (2015 / 2019)
PIB: 182.8M / 203.0M (preços constantes)
Crescimento real da economia: 11,0 % (média anual de 2,6%)
Peso da Dívida publica no PIB: 131,2% / 117,2% (redução de 14 pontos)
Saldo das Contas Públicas: - 3,1% / + 0,1% (passou de deficit a superavit)
Emprego: 4,548 M / 4,913 M (mais 365 mil empregos)
Crescimento do rendimento das famílias: 16,2%
Fonte: Pordata

Pergunta ao Francisco Seixas da Costa: Que nome se dá ao homens "inteligentes e cultos" que negam as evidências?