“Os jovens estão insatisfeitos com a democracia. Mais preocupante ainda é o facto de eles estarem mais insatisfeitos com a democracia do que, com a mesma idade, as gerações anteriores estavam. Isto faz com que se inclinem para políticas extremistas, de esquerda ou de direita - o que, por sua vez, ameaça fortemente, no futuro, a democracia.” - do editorial do “Financial Times” deste fim de semana.
Só quem não contacta com jovens é que não vê isso. E em qualquer país da Europa é falar com universitários e estudantes de secundário para ver que, nos ultimos 15 anos, uma boa fatia perdeu os valores que fizeram a democracia europeia nas últimas décadas.
ResponderEliminarUma data de palermas que não querem saber para nada da Democracia e da sua importância, só pensam em dinheiro e nos seus empregos e aceitam tudo e todas as humilhações, desde que não tenham chatices e possam comprar um carro novo, etc. E pouco inclinados para a leitura.
ResponderEliminarAnonimo das 18:19 Discordo, foi a Europa dos adultos, maiores e vacinados, que se perdeu e abandonou tanto os valores democraticos como os jovens.
ResponderEliminarAnonimo das 18:19 Discordo, foi a Europa dos adultos, maiores e vacinados, que se perdeu e abandonou tanto os valores democraticos como os jovens.
ResponderEliminarO problema é a classe política prometer e nunca cumprir. Por isso a procura de alternativas e a abstenção. Não meritocracia nas carreiras.
ResponderEliminarIsto está a esboroar rapidamente. Os cantos de sereias dos BE e do PAN e dos amanhãs que cantam do PCP têm os dias contados. As pessoas estão ficar cada vez mais saturadas com a partidocracia travestida de democracia. De facto, impressiona ver o desdém dos nossos políticos pela soberania popular. Veja-se a arrogância insuportável de deputados cmmo Isabel Moreira que desprezam o instituto do referendo. A surpresa pode estar ai à porta para os nossos políticos instalados, caso a situação económica continue a degradar-se.
ResponderEliminarA Isabel Moreira tem toda a razão. O Referendo que se pretendia iria desvalorizar o Parlamento e os seus Deputados, representantes do povo e pior ainda iria permitir que essa instituição profundamente reaccionária que é a Igreja Católica manipulasse a informação e influenciasse as populações na votação desse Referendo, fazendo o jogo das forças políticas mais retrogradas.
ResponderEliminarFoi uma boa decisão de não se ir para o Referendo.
Sou o anónimo das 18.19: a questão é que pela primeira vez na Europa ser jovem não é sinónimo de ideais (ingénuos que sejam), utopias, radicalização, abertura, progresso, mas de ser conservador. Hoje em dia, os jovens são frequentemente mais conservadores do que os seus pais ou avós.
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