quarta-feira, novembro 24, 2010

Hoje

Hoje, vão-me permitir que este seja o meu único post.

15 comentários:

  1. Anónimo23:15

    Uma fotografia bem reveladora da simplicidade e beleza da arquitectura portuguesa.

    IBP

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  2. Anónimo23:51

    Este post é um hino à inteligência e a diversos conhecimentos...

    As leituras podem ser antagónicas...

    Quanto mais alto se põe a fasquia...

    Saudações...

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  3. Se bem me lembro, hoje é um dia muito triste para si. Estou consigo, Senhor Embaixador.
    Daqui exactamente a um mês a tristeza será minha!

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  4. Anónimo00:51

    Estou de acordo. E, em apoio, nao faco qualquer comentário.
    Cumprimentos
    Francisco F. Teixeira

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  5. Anónimo09:03

    Hoje...

    Parece que somos Nós na mesma
    Só o universo mantém esse poder
    O da mudança que chama quaresma
    Nós sabemos mesmo se é escolher

    Apenas, navegamos, ondas de embalar
    Vamos!?Numa deriva juntos em grupos
    Cúmplices porque sim,urge continuar
    Foi a forma que encontramos,a penar

    Uns estão connosco outros sem razão
    A circunstancia nosso sim deles não
    Prosseguimos convencidos e melhores

    Que somos depositários dos favores
    Aludimos soberba mas acreditamos Os outros deviam ir onde Nós vamos

    Isabel Seixas

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  6. Anónimo09:12

    Sim, faz favor!

    Cdlt
    C.Falcão

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  7. a fotografia da rua da cidade (braga, talvez, ou viseu) é por si só uma boa entrada

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  8. Na primavera de 2000 passei ali em cima um fim-de-semana memorável. Que saudade!
    A fotografia da praxe, tirada naquele fotógrafo com a máquina antiga, a preto e branco...lá está a comprovar.

    Cump.
    Isabel Sofia

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  9. Anónimo15:55

    Viana do Castelo...

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  10. "Viana", "Hoje"... a nossa memoria é como um sotao onde estao guardadas recordaçoes.

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  11. Capela das Malheiras e Santa Luzia. Viana do Castelo, secular sentimento.
    Dois abraços, por ser hoje

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  12. Anónimo21:12

    De Viana,um abraço
    Carlos

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  13. Pressinto um vago sentimento vago e profundo e sinto que é triste e vago e profundo e alheio e meu e nosso.

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  14. O que seríamos sem memória?

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