Por estes dias, o tema da possível redução do número de representações diplomáticas portuguesas pelo mundo, no contexto orçamental restritivo que se vive, voltou à baila pública. E, nessa discussão, as condições em que os diplomatas portugueses operam tornam-se também objeto de alguma atenção.
Este é um tema que surge de tempos a tempos. A sua abordagem, as mais das vezes, é feita com alguma ligeireza naif, porque é relativamente fácil falar do que se conhece mal ou daquilo sobre que se tem uma visão apenas parcelar.
Não tenho nem pedi mandato a ninguém, mas entendi não dever furtar-me a responder a algumas questões que me foram colocadas pelo "Diário de Noticias". O que eu disse nessa curta entrevista, que hoje o jornal publica, compromete-me apenas a mim, mas posso crer que muitos colegas de profissão poderão talvez sentir-se representados em algumas das minhas respostas, as quais, para quem quiser, podem ser lidas aqui.
Não tenho nem pedi mandato a ninguém, mas entendi não dever furtar-me a responder a algumas questões que me foram colocadas pelo "Diário de Noticias". O que eu disse nessa curta entrevista, que hoje o jornal publica, compromete-me apenas a mim, mas posso crer que muitos colegas de profissão poderão talvez sentir-se representados em algumas das minhas respostas, as quais, para quem quiser, podem ser lidas aqui.
