sábado, julho 27, 2024

Mísia


O seu nome, soube agora, era Susana Maria Alfonso de Aguiar, mas ninguém a conhecia a não ser por Mísia. Era uma mulher com um fado estranho, diferente, um registo de voz muito pessoal. E teve também uma vida incomum.

Uma noite, em Paris, há 15 anos, fomos ouvi-la, num espetáculo de casa cheia, com a Maria de Medeiros e o Manuel Maria Carrilho, que então era o nosso embaixador na Unesco. Por lá estivemos juntos em outras ocasiões, nos quatro anos seguintes. Fica esta foto.

Há muito que não ouvia falar da Mísia. Soube que morreu. Tinha 69 anos. Os meus sentimentos.

1 comentário:

Flor disse...

Que descanse em paz.

Retrato de um presidente enquanto fala

O discurso de Trump em Davos pretendeu ser uma afirmação de poder. E foi. Só que, através dele, o mundo pôde ver, de uma forma indiscutível,...