A assunção de uma postura de abertura e responsabilidade na sensível questão climática , nomeadamente no tocante à Amazónia, por parte de Lula da Silva, mesmo a montante da sua tomada de posse em 1 de janeiro de 2023, pode garantir-lhe uma visibilidade positiva da maior importância, prenunciando o regresso do Brasil como ator internacional. Mais complexa será a gestão da atitude futura da nova administração face à questão ucraniana.