Um amigo, que já se foi há muito, tinha uma tese: ”O nosso estatuto de cidadãos civilizados é aferido pelo modo como deixamos uma casa de banho, pública ou privada, depois de a utilizarmos. Devemos deixá-la como se toda a gente viesse a saber que fomos nós a última pessoa a utilizá-la, mesmo tendo a certeza do anonimato dessa utilização.”
Aprendi, há tempos, uma fórmula ainda mais sintética: utilize uma casa de banho como se tivesse cometido um crime; não deixe vestígios.
Lembrei-me tanto disto, há pouco, ao recorrer a uma casa de banho do Alfa Pendular…
