Estamos muito longe de conhecer os contornos do compromisso com que terminará a guerra na Ucrânia. Mas tenho quase a certeza de que se acaso Kiev tivesse dado os passos a que se tinha comprometido no Acordo de Minsk de 2015, o saldo político final ser-lhe-ia bem mais favorável. Pelo menos, teria retirado à Rússia um importante pretexto que usou para justificar a invasão.