Há pouco, numa estante na minha casa em Vila Real, descobri, alinhados, lado a lado, os quatro livros que publiquei.
Por curiosidade, fui ver as datas das introduções que para eles escrevi : 25 de abril, 31 de janeiro, 1° de dezembro e 5 de outubro. Com toda a franqueza, não me recordo de ter planeado estas datas, mas a verdade é que elas correspondem àquelas que me são mais caras.
Tratando-se embora de livros de natureza política, ligados às relações internacionais, os “clássicos” de quem faço uma citação, a abrir cada uma dessas mesmas notas iniciais, podem não ser muito comuns, mas também não corresponderam a nada de deliberado: Sérgio Godinho, Jorge Palma, Fausto (Bordalo Dias) e dom Luiz da Cunha (o primeiro “MNE” português).