sábado, 26 de maio de 2018

Do ramo


Chama-se Benjamin Brafman. Esteve ao lado de Dominique Strauss-Kahn. Agora está com Harvey Weinstein. O “ramo” é o mesmo.

9 comentários:

Luís Lavoura disse...

Benjamin Brafman [...] Dominique Strauss-Kahn [...] Harvey Weinstein. O “ramo” é o mesmo.

É o ramo judaico. São três judeus.

Francisco Seixas da Costa disse...

Só fazem “judiarias”...

Anónimo disse...

Peço que aceite o meu pedido de desculpa por usar este meio para tentar responder à origem da expressão "trinta por uma linha" - não integrando a lista de "amigos", não o posso fazer no mural onde o repto foi lançado.
Creio que a citada expressão tem origem na venda de Jesus por 30 moedas de prata.
Cumprimentos
Lucília Vieira Domingos

Anónimo disse...

E pronto[s].....

Voltámos à vaca fria.
Aqui já uma vez questionei a razão pela qual até há poucos anos falar mal dos judeus em alguns países como França ou Inglaterra era sacrilégio ou ainda pior. Desde há 12 meses a esta parte noto que há uns zunzuns os quais um não-politizado como eu não descodifica imediatamemte. Será que vai ser necessáario arranjar-se um bode espiatório e em breve seremos todos puros arianos.
WOW só posso dizer que.... vale a pena viver mais uns anitos para ver isto e aí não deixo de ser não politizado mas passarei a ser também um ceptico quanto ao ser humano instruído.

A Nossa Travessa disse...

Meu caro Franciscamigo

Poizé.

Um abração deste teu amigo e admirador
Henrique, o Leãozão (... e o tsunami continua)
_________
Tal como havia avisado acabo de publicar na Nossa Travessa um novo artigo de minha autoria intitulado É difícil viver com um mongoloide. Com ele inicio uma saga que se inspira nas narrativas da nossa Amiga Elvira Carvalho a quem agradeço o “empurrão”…

Joaquim de Freitas disse...

Coloquei o meu comentário no post seguinte, errado. Errado, como "errante"...

Eu diria a «mesma marca de fabrico», tanto os clientes como os fornecedores de serviços. Existe algo que os identifica como tal. Mas podíamos acrescentar outros da mesma marca, trabalhando no mesmo ramo, apanhados no mesmo "negócio"... Polansky, Woody Allen...etc.

Isto é gente que, mesmo se ninguém lhes “prometeu” nada, consideram que tudo lhes é permitido!

26 de Maio de 2018 às 12:47

José Lopes disse...

Curioso. Então este Weinstein não se presume também inocente, até ao trânsito em julgado da sentença condenatória?
E a respeito do Woody Allen, não apareceu agora o filho, dele e da Farrow, a defender o pai das acusações que lhe são feitas?
o "ser humano instruído" é tão pulha como o desinstruído!

Anónimo disse...

É curioso ver o antirracista que não tolera manifestações antimuçulmanas (ou que ele acha serem-no), permitir comentários claramente antissemitas, por aqui.

Já agora, que bem que lhe ficaria lembrar a presunção de inocência. É que esta não se aplica só a camaradas acusados de corrupção e de destruir a economia de um país.

Joaquim de Freitas disse...

José Lopes disse...
“Curioso. Então este Weinstein não se presume também inocente, até ao trânsito em julgado da sentença condenatória?”

Claro, Senhor José Lopes, presumido inocente, certamente. Por isso lá deixou 1 milhão de dólares para o garantir. Pena é que as crianças Palestinianas assassinadas, não tenham tido direito à “presunção de inocência”. Mas escrever isto também é anti semitismo, eu sei.

Quanto ao Woody Allen, a vitima não foi o filho, mas a filha adoptiva. E a esposa não lhe perdoa.