segunda-feira, fevereiro 07, 2022

Patos e fascistas

Porque os dias que correm são o que são, lembraria que existe uma regra, quase infalível, para identificar fascistas. Basta tornar-lhes extensiva a clássica fórmula utilizada para identificar patos: se se parece com um pato, nada como um pato e grasna como um pato, então provavelmente é um pato.

5 comentários:

  1. Sem dúvida, e se o pato passa o tempo de asa direita levantada a arejar o sovaquinho, então definitivamente estamos em presença de um pato fascista, que quando diz que não o é, nos quer tomar a nós por patos.

    Se se pudesse aplicar a receita que o Dr. Mithá Ribeiro preconizava para os seus alunos mal comportados, diria que o problema se poderia resolver com um par de estalos de cada vez que os ditos patos abrem o bico para grasnar umas alarvidades mal-educadas.

    Como felizmente vivemos numa sociedade mais civilizada, seja no que diz respeito a alunos desrespeitadores, seja no que diz respeito a patos, com os alunos podemos aplicar regras de disciplina mais doces, com os patos pode recorrer-se aos tribunais e claro, estabelecer cordões sanitários... Isto desde que os princípios estejam à frente daquilo a que os anglo-saxónicos chamam political expediency...

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  2. Um bom comunista não diria melhor. Agora, com o poder da maioria absoluta, talvez se possa fazer uma caçazinha às bruxas que - como hoje se sabe -, não eram bruxas coisíssima nenhuma mas foram parar à fogueira à mesma. Tudo em nome da moralidade e dos bons costumes.

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  3. João Cabral11:16

    Nesse, como noutros casos, as aparências iludem, senhor embaixador. Especialmente se se andar sempre munido de um fascistómetro. Haverá fascistas a cada esquina. Também há aquele dizer de que se uma pessoa só vê fascistas em todo o lado, provavelmente também será um. Há para todos os gostos.

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  4. Esse era do PCP e já morreu há anos

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  5. José, poupe-nos aos seus grasnidos. Eu percebo o azedume, mas olhe que isso passa e daqui a 4 anos e tal há mais...

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