É assim que a sociedade progride. Com gente como Adolfo Mesquita Nunes, que tem a coragem de enfrentar o preconceito.
Quem for consciente da sociedade em que vive tem a obrigação de lutar pela criação de um ambiente de liberdade e tolerância, onde ninguém seja discriminado ou estigmatizado pela sua orientação sexual.
Gestos como o de AMN, como antes o foi o de Graça Fonseca, contribuem para lutar contra esse preconceito.
Não querer perceber isto, pretendendo transformá-lo num “não problema”, é apenas um resquício subliminar da homofobia, aliás parte integrante do nosso atraso social.
Um dia, a sociedade portuguesa reconciliar-se-á consigo mesmo quanto a esta questão. Nesse dia, atitudes destas deixarão de ser necessárias. Por ora, são essenciais.