segunda-feira, fevereiro 19, 2018

Sem ironias, ou quase


A entrevista, estranhamente longa e de conteúdo demasiado óbvio (desculpem lá, cara Luisa Meireles e caro Pedro Santos Guerreiro!), que Cavaco Silva deu ao “Expresso”, foi publicada no fim-de-semana do congresso do PSD.

Precisamente por essa “coincidência”, não deixa de ser impressionante que, sobre a figura que mais tempo liderou o PSD e o representou institucionalmente, tenha, nesse contexto, sido mantido um sepulcral e significativo silêncio.

Afinal, não consigo passar sem uma ironia: se o PSD tem esta “memória” de Cavaco Silva, não se espere que o resto do país tenha outra muito diferente...

ps - Pedro Santos Guerreiro estranhou o meu “estranhamente”. E, pensando melhor, tem razão: a entrevista tem o “comprimento” das restantes, no mesmo contexto. A minha reação foi de “cansaço”, mas a culpa foi do entrevistado. 

10 comentários:

  1. Anónimo12:42

    A fotografia é desastrosa.
    Sempre me disseram para nunca me encostar a uma parede e pior ainda se fosse em fotografia de pose.
    Do resto nem comprei o Expresso esta semana.

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  2. Anónimo13:13

    Excelente. E o PS melhor ainda.

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  3. Anónimo15:07

    Nunca lhe perdoaram ser de Boliqueime e da sua origem camponesa, sem os "pergaminhos" de genealogia dos outros fidalgos e descendentes dos "verdadeiros republicanos" da 1º república, quase todos mortos sumáriamente pelos fieis correlegionários.....

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  4. Mal por mal18:10

    Cavaco sente-se bem na reforma.
    Parece que rejuvenesceu. É homem para ainda se voltar a propor.
    Não seria o primeiro a tentar.

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  5. Anónimo19:03

    Quer se goste ou não Cavaco Silva foi, de longe, o político que mais vitórias teve durante o regime democrático.

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  6. Anónimo13:30

    Uma excelente e muito inteligente entrevista.
    João Vieira

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  7. Anónimo16:50

    19 de fevereiro de 2018 às 15:07, Isso de ser de Boliqueime quem não lhe perdoou foram os seus companheiros de caminhada.

    O que os outros lhe reprovasm é ser um político sem rasgo e sem visão, um académicos enviesado e sem densidade intelectual, um ser humano mesquinho e vingativo.

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  8. Anónimo23:34

    Quando era funcionário do Banco de Portugal, ao entrar no elevador, não dava a salvação a ninguém (colegas). A atitude. define a pessoa!

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  9. Anónimo23:37

    Ganhou cá no Burgo, cinco (5) eleições. Essa, é que é essa! Também, define bem da categoria da clientela!

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  10. dor em baixa00:30

    Quando cessou funções a sua avaliação era baixa para a maioria dos Portugueses. Nunca um Presidente da República chegara a um tão baixo grau de avaliação. Situei-me aí e, pelo que tem sido apresentado posteriormente, não há razão para alterar.

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