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terça-feira, novembro 03, 2015

PS

Já disse e redisse o que penso sobre a solução de governo que a liderança do PS decidiu fazer com os setores à sua esquerda. Mas há qualquer coisa de estranho neste afã que leva alguns críticos da solução defendida por António Costa a reunirem-se ainda antes da presumível queda do governo da coligação. Não é crível que dessa reunião possa sair um documento programático que venha a condicionar o teor do acordo tripartido que estará em vias de preparação. E também me parece impensável, conhecendo-o, que a iniciativa de Francisco Assis possa visar a mobilização de votos dentro do grupo parlamentar contra essa proposta, num apelo ao desrespeito pelo compromisso de voto assumido para casos como estes. Não seria mais avisado esperar para ver o teor do possível acordo com o PCP e o Bloco? É que será pela comparação serena entre o programa que o PS levou a votos e esse mesmo acordo que qualquer juízo substantivo de valor pode ser feito. Sendo assim, só posso perguntar, citando um clássico que dirá alguma coisa a muitos dos presentes na reunião: qual é a pressa?

Entrevista ao "Público"

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