quinta-feira, janeiro 06, 2011

Opiniões

Ele não conseguiu resistir e, na conversa com uma daquelas figuras que, na comunicação social, se pronunciam regularmente sobre todos os temas, por mais especializados que sejam, disse-lhe: "Eu estou quase sempre de acordo consigo, exceto quando conheço os assuntos".

9 comentários:

  1. Anónimo09:42

    Já não passava por aqui, fazia tempo. Não pude resistir. Como compreendo o “ele”!
    Albano

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  2. Anónimo15:23

    Se na comunicação existem muitos é vê-los às pilhas na política: filósofos, poetas...

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  3. Magnífica síntese do que eu gostava de dizer a quem fala sobre o nosso sistema de ensino, dos professores, da avaliação deles, com desdém, sem nada entender do assunto. ( Marcelo incluído...)

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  4. desconfio que se trata do mesmo personagem apresentado nos vicios: a mesma finura e humor ironico

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  5. Caro Patrício Branco: não, não eram a mesma pessoa. O diplomata era um antigo embaixador, já desaparecido, há uns bons anos. O "ele" é um amigo bem vivo.

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  6. Anónimo20:27

    Dá que pensar...
    Isabel Seixas

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  7. Caro FSC, obrigado pelo esclarecimento embora eu opinasse apenas com base na minha leitura imediata e comparativa das 2 entradas. Nos dois há ironia e desafio.
    Optima(otima)a caricatura do personagem a fumar, mostrando-o com o menor dos vicios (ou prazeres?). Cada um que imagine os outros.

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  8. Essa frase faz lembrar a outra que se conta de Marcello Caetano e que terá sido dita durante a arguição de uma tese de doutoramento: "Sr. Dr., a sua tese tem coisas boas e coisas originais. Infelizmente, as boas não são originais e as originais não são boas".

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