Ele não conseguiu resistir e, na conversa com uma daquelas figuras que, na comunicação social, se pronunciam regularmente sobre todos os temas, por mais especializados que sejam, disse-lhe: "Eu estou quase sempre de acordo consigo, exceto quando conheço os assuntos".
Já não passava por aqui, fazia tempo. Não pude resistir. Como compreendo o “ele”!
ResponderEliminarAlbano
BING !!!!
ResponderEliminarSe na comunicação existem muitos é vê-los às pilhas na política: filósofos, poetas...
ResponderEliminarMagnífica síntese do que eu gostava de dizer a quem fala sobre o nosso sistema de ensino, dos professores, da avaliação deles, com desdém, sem nada entender do assunto. ( Marcelo incluído...)
ResponderEliminardesconfio que se trata do mesmo personagem apresentado nos vicios: a mesma finura e humor ironico
ResponderEliminarCaro Patrício Branco: não, não eram a mesma pessoa. O diplomata era um antigo embaixador, já desaparecido, há uns bons anos. O "ele" é um amigo bem vivo.
ResponderEliminarDá que pensar...
ResponderEliminarIsabel Seixas
Caro FSC, obrigado pelo esclarecimento embora eu opinasse apenas com base na minha leitura imediata e comparativa das 2 entradas. Nos dois há ironia e desafio.
ResponderEliminarOptima(otima)a caricatura do personagem a fumar, mostrando-o com o menor dos vicios (ou prazeres?). Cada um que imagine os outros.
Essa frase faz lembrar a outra que se conta de Marcello Caetano e que terá sido dita durante a arguição de uma tese de doutoramento: "Sr. Dr., a sua tese tem coisas boas e coisas originais. Infelizmente, as boas não são originais e as originais não são boas".
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