José Ferreira Fernandes escreve hoje, no "Público", um artigo que só ele poderia escrever. E também o escreve como só ele sabe escrever. Ali fica um extraordinário e corajoso hino à sua terra, numa data – 27 de maio – em que, no ano de 1977, ficou aberta uma ferida eterna na memória de Angola. Também a 27 de maio, há tantos anos como aqueles que eu tenho, nasceu o meu amigo José Ferreira Fernandes, a quem envio um abraço.

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