De acordo com a doutrina divina, a escolha do papa, sendo, mas apenas na prática, um ato de dimensão terrena, obedece, na essência, a uma sábia escolha do "espírito santo". Nestas condições, como é que os meus amigos católicos explicam estas andanças de fumo branco / fumo preto?
Que eu saiba, o Espírito Santo não desce de uma assentada. Vai descendo ora sobre um, ora sobre outro.
ResponderEliminarA chave está em não ser tão literal, experimente.
ResponderEliminarConforme referi num comentário a "Sobre o Papa" o Espírito Santo alegadamente influencia mas não controla os cardeais. Se esta explicação lhe parece insuficiente posso ainda inventar outra possibilidade: os cardeais são seres humanos e demoram algum tempo até perceberem de forma clara qual a preferência do Espírito Santo. E às vezes nem isso conseguem.
ResponderEliminarDe qualquer maneira, trata-se duma operação de « enfumagem » « (diz-se em português?) …Notei que falou, no seu discurso, dos pobres ucranianos, mas esqueceu s os pobres russos do Donbass, que sofreram durante oito anos sob as bombas dos nazis de Kiev; E esqueceu os Palestinianos de Gaza. Dramatique !
ResponderEliminarO anonimo das 16.43 sou eu : Joaquim de Freitas.
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