Ontem, para ir ao Porto, por causa da greve dos comboios, tive de conduzir por bem mais de seis horas. Cheguei arrasado e furibundo, confesso!
Hoje, ao ouvir Luís Montenegro dizer que "um dia, temos de pôr cobro a isto!", gostava de lembrar que esse "dia" já existiu: chamava-se fascismo.