quarta-feira, maio 21, 2025

Indignómetro

Quanto mais não seja por razões corporativas, estou 100% de acordo com a reação do nosso governo à atitude agressiva de Israel face aos diplomatas em Jenin. Mas - e isto nada tem a ver com Portugal - gostava de perceber melhor os patamares do "indignómetro" europeu face a Israel.

8 comentários:

  1. O Coronel Tom Fletcher, Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, disse na segunda-feira que 14 mil bebês morreriam em Gaza nas próximas 48 horas se não recebessem nutrição e que 5 mil já morreram nas últimas duas semanas. O que aconteceu à nossa humanidade?

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  2. Diplomatas estrangeiros, incluindo um representante alemão, visitam a Cisjordânia.
    Então os tiros caem.
    Berlim dirige palavras claras ao governo israelita após o incidente.

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  3. Craig Murray - ex-Embaixador britânico e ativista dos direitos humanos - hoje:

    "Fascistas de então e fascistas de agora. O núcleo da pequena minoria que votou contra a revisão do acordo comercial da UE com Israel são os países do Eixo da Segunda Guerra Mundial — Alemanha, Itália, Hungria, Croácia, Bulgária e Lituânia."

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  4. Anónimo18:12

    Israel está a esticar desmasiado a corda. Não tarda nada, só terão os Estados Unidos do seu lado.

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  5. Anónimo00:31

    A Malograda UE nunca tomará medidas contra Israel. Que esperamos para cortar relações com um estado genocidario que espezinha os mais elementares valores humanitários e o D.Internacional, mata milhares de crianças e dispara sobre diplomatas?.

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  6. A Kallas já disse alguma coisa sobre o assunto? É que no X e no site do EEAS ( https://www.eeas.europa.eu/_en) não aparece nem uma tímida linha sobre os tiros de intimidação de que foram alvo os diplomatas …

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    1. É só lembrar as múltiplas aparições de von Der Leyen junto de Netanyahu bem como as aparições de Metsola e Kallas com o PM de Israel e as declarações de que Israel tem o direito à sua defesa, que já na altura soavam a um apoio a vingança sobre os palestinos. Agora o silêncio entrecortado por umas súplicas envergonhadas.

      Ás vezes oiço vozes piedosas falarem da forma diferente das mulheres fazerem política. Serão estes os exemplos?

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  7. Anónimo17:35

    Fernando Neves anónimo das o00:30, peço desculpa por não ter assinado

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