Depois do debate Costa-Rio, assistimos a valentes exercícios de hipocrisia. Pedronunistas mortos por ver Costa pelas costas juraram a pés juntos que o primeiro-ministro tinha arrasado. Passistas em travessia do deserto foram enfáticos nas loas à prestação daquele que detestam ver na liderança. No dia 30, tudo volta à normalidade.