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segunda-feira, janeiro 17, 2022

Horta Osório



Nunca falei com António Horta Osório, mas confesso que há muito que tenho admiração por uma pessoa que, com indiscutível mérito, fez um percurso notável na banca internacional, unanimemente reconhecido. 

Por essa razão, e porque não faço parte de quantos se comprazem com a queda ou os azares dos “poderosos”, fazendo dessa atitude de cedência ao populismo uma filosofia invejosa de vida, lamento a recente crise que envolveu a sua carreira. O extraordinário trajeto profissional de Horta Osório, que está longe de ter acabado, merece melhor.

Em toda esta história, é curioso observar como a persistência cansativa da pandemia, de certa maneira, nos acaba por igualar humanamente. Afinal, nós e esses “poderosos” somos feitos da mesma massa e, perante situações quase limite, acabamos por revelar forças ou fragilidades insuspeitadas.

A vida na diplomacia

Uma entrevista da "Nível e Prumo" onde fui convidado a relatar as cerca de quatro décadas que passei nos Negócios Estrangeiros.  P...