Ontem, numa rede social aqui ao lado, houve gente que se abespinhou pelo facto de alguém ter “anunciado” que a figura de James Bond morre, no final do seu último filme, que acaba de estrear. A pessoa em causa foi insultada e bloqueada por muita gente, porque essa “surpresa” deveria ter sido guardada para o momento de visualização do filme.
Esta é uma questão, de facto, grave. Ainda há dias, vi escrito algures, sem o menor sentido de responsabilidade, que, na próxima temporada do “The Crown”, da Netflix, os autores se preparam para “matar” a princesa Diana. Será verdade? Há mesmo rumores de que a morte será encenada num desastre de automóvel, numa capital europeia. Mas, sobre este ponto, nada parece confirmado.
Uma coisa é certa: é lamentável que, com este tipo de revelações extemporâneas, se quebre o “suspense” de uma série, para assinantes pagos. Eu diria mesmo mais: isto devia ser proibido! Com fortes coimas, claro. No mínimo.