segunda-feira, agosto 24, 2020

Francesinha


Ontem à noite, dei por mim a olhar, com clara inveja, para uma francesinha, pousada sobre a mesa ao lado, na Cufra, aqui no Porto. Eu já tinha pedido outra coisa, caso contrário teria marchado, pela certa, aquela bomba calórica, sobre cujo local de melhor confeção a doutrina tripeira sempre se dividiu. Mas não deve ser por acaso que, desde há muitos anos, não me passava pela cabeça pedir uma francesinha num restaurante portuense. É que costuma haver tanta coisa melhor nas ementas da cidade! Infelizmente, não é o caso da Cufra, com pena o reconheço.

IA, meu!

Há dias, deparei com um artigo no “Observador” com a menção de que tinha sido produzido pela IA e revisto por um jornalista. Como trazia uma...