sábado, 8 de agosto de 2020

Desventura

O deputado do Chega quer ser candidato à presidência da República. Está no seu direito. Para isso tem de prescindir, em definitivo, da função de deputado. Nem a mais benevolente interpretação extensiva das exceções para a supressão do mandato permitiria o seu regresso. É a vida!

4 comentários:

Anónimo disse...

Se ele pediu a suspensão do mandato, é porque não se importa de não estar no Parlamento. A coisa resolve-se de uma forma prática: é substituído e, depois das eleições, dá-se nova substituição. Parece que o BE percebe do assunto.

Anónimo disse...

Nao vejo desventura nenhuma. Pelo contrário auguro ao A.V. um futuro ridente. Quanto mais entorses a nossa democracia tiver- e tem-nos- e mais inclinada estiver para a esquerda radical mais promissor se afigura o futuro do A.V.

Anónimo disse...

isso nem se coloca.........não é o nosso omnipotente ministro dos negócios estrangeiros, augusto santos silva, que diz que a lei não é para ser interpretada de forma literal...... entao para que essa fobia toda com o Ventura.....incrivel o medo que o homem causa...nunca vi

Luís Lavoura disse...

tem de prescindir, em definitivo, da função de deputado

Tem??? Nunca ouvi dizer que um deputado esteja proibido de se candidatar à Presidência da República. Onde é que o Francisco foi desencantar este "tem de"?