sábado, agosto 29, 2020

Lídia Jorge



O prémio de Literatura em Línguas Românicas, da FIL Guadalajara, acaba de ser atribuído a Lídia Jorge. 

Trata-se de uma distinção criada em 1991, que reconhece um escritor vivo com uma obra relevante de criação em qualquer género literário – poesia, romance, teatro, conto ou ensaio – cujo meio de expressão seja espanhol, catalão, galego, francês, italiano, romeno ou português. 

Um beijo de parabéns, Lídia, num ano em que o vírus lhe trouxe uma imensa tristeza familiar.

7 comentários:

  1. Parabéns à Sra. D. Lídia Jorge :)

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  2. Um abraço de Parabéns. Bem merecida. Eu sou uma conterrânea.

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  3. María De Fátima Graça19:39

    Parabéns. Merecida.
    Uma conterrânea
    Maria de Fátima Graça

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  4. Anónimo00:01

    Nunca li nenhuma obra de Lídia Jorge, por a supor ideologicamente comprometida ( contra a guerra colonial, etc). Ainda sob os efeitos da descolonização, não era o que me apetecia ler. Ao mesmo tempo, a senhora seduzia-me pela sua calma, educação e elegância. Terei que lhe dar o benefício da dúvida e encetar a leitura da Costa dos Murmúrios.

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  5. Anónimo16:14

    FSC tem, por vezes, umas descaídas para a inconfidência.
    Ninguém precisa de saber se a senhora teve ou deixou de ter tristezas familiares, não acha? O que é que isso acrescenta aos parabéns pelo prémio? Nada.

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  6. Anónimo23:38

    Que inconfidência? O falecimento da mãe de Lídia Jorge foi público! Que insensibilidade!

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  7. Anónimo10:07

    "31 de agosto de 2020 às 23:38"

    "Que insensibilidade!" ???!!!

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Ai Brasil !

Fosse eu brasileiro e, depois da intervenção de ontem de Marco Rubio no congresso americano, na interpretação do "droit de regard"...