Pela fúria organizadora com que me vejo a planear as próximas semanas, confirmo a velha perceção de que os anos começam em setembro e acabam em julho. Aquela coisa do início de janeiro, depois no Natal e no ano novo, é uma vigarice cronológica, sem a menor aderência à realidade. Nem imaginam as listas de coisas para fazer que estou a preparar neste fim de semana! Para mim, já “cheira a setembro”, como escreveu o Ary, embora falando de outra coisa.
domingo, agosto 30, 2020
Vamos a isso!
Pela fúria organizadora com que me vejo a planear as próximas semanas, confirmo a velha perceção de que os anos começam em setembro e acabam em julho. Aquela coisa do início de janeiro, depois no Natal e no ano novo, é uma vigarice cronológica, sem a menor aderência à realidade. Nem imaginam as listas de coisas para fazer que estou a preparar neste fim de semana! Para mim, já “cheira a setembro”, como escreveu o Ary, embora falando de outra coisa.
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Escrevia Chirac em 2009
"Je ne suis pas de ceux qui pensent, en Occident, qu'on doit s'interdire tout dialogue avec l'Iran, étant donné la nature d...

adesão, fáxavôr.
ResponderEliminarO inverno para o Norte e Centro interior consegue ser deprimente. Está-me a custar arrostar contra ele, contra o frio, contra a gripe e, ainda, contra a Covid...
ResponderEliminarSenhor Embaixador,
ResponderEliminarO seu calendário está muito próximo do Ano Fiscal do governo federal dos USA que se inicia a 1 de Outubro e termina, pois, a 30 de Setembro.
Setembro é um mês mágico
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