domingo, agosto 30, 2020

Vamos a isso!


Pela fúria organizadora com que me vejo a planear as próximas semanas, confirmo a velha perceção de que os anos começam em setembro e acabam em julho. Aquela coisa do início de janeiro, depois no Natal e no ano novo, é uma vigarice cronológica, sem a menor aderência à realidade. Nem imaginam as listas de coisas para fazer que estou a preparar neste fim de semana! Para mim, já “cheira a setembro”, como escreveu o Ary, embora falando de outra coisa.

Da democracia na Hungria

A grande notícia que decorre da derrota de Viktor Orbán é o facto da democracia na Hungria, que esteve ameaçada nos últimos 15 anos por vári...