domingo, 27 de junho de 2021

Bolas e coisas assim

Posso dizer uma “barbaridade” futebolística? Gosto de Fernando Santos e da forma como ele conduz a seleção nacional. 

Posso dizer uma segunda “barbaridade”? Gostei sempre da forma como Luiz Filipe Scolari fez o seu trabalho. 

Pronto! Aliviei-me de sinceridade.

6 comentários:

Lúcio Ferro disse...

Já que estamos em maré de sinceridades, aqui ficam as minhas: 1 - Que a seleção "nacional" seja hoje completamente cilindrada pelos belgas, cinco ou seis a zero seria perfeito. 2 - Que ronaldo se lesione gravemente e que nunca mais possa jogar à bola. 3. Que a seleção "de todos nós" nunca mais se qualifique para qualquer acontecimento futebolístico digno de relevo. 4. Por último mas não menos importante, que todos os parolos que forem a Sevilha, incluindo o inenarrável brandão, sejam obrigados a respeitar uma quarenta de 15 dias no regresso ao país. Bom domingo.

Tony disse...

Nunca pensei que o Lúcio Ferro, fosse tão mauzinho.

Jaime Santos disse...

Sr. Lúcio Ferro, não brinque com coisas sérias, Ronaldo pode ter tiques detestáveis, mas não se deseja isso a ninguém. Quanto ao resto, completamente de acordo :) ...

Flor disse...

Lúcio Ferro tem razão quando diz que os portugueses que foram a Sevilha deviam fazer quarentena no regresso. Tudo sem máscara, sem guardarem distâncias e todos de cerveja nas mãos. E os espanhóis idem. Mas isso é lá com eles.

Luís Lavoura disse...

Gosto de Fernando Santos e da forma como ele conduz a seleção nacional.

É ele quem conduz, ou é Cristiano Ronaldo?

Eu tenho a impressão que a seleção nacional de futebol é hoje somente um pretexto para Ronaldo ultrapassar o recorde de Ali Daei. O objetivo da seleção não é ganhar jogos com os melhores jogadores que tem, e sim permitir que Ronaldo marque golos.

Se Fernando Santos de facto conduzisse a seleção nacional, já há muito teria substituído Ronaldo. A seleção joga de facto melhor sem ele. E tê-lo-ia proibido de marcar livres, para os quais a seleção tem melhores marcadores que ele.

Luís Lavoura disse...

Flor

os portugueses que foram a Sevilha deviam fazer quarentena no regresso

Porquê? A situação da epidemia em Sevilha não é (muito) pior do que em Lisboa ou no Algarve. E as pessoas que vão a Lisboa ou ao Algarve não são forçadas a fazer quarentena no regresso - porque é que as que vão a Sevilha deveriam ser tratadas diferentemente?

Tudo sem máscara, sem guardarem distâncias e todos de cerveja nas mãos.

Cá em Portugal, em muitos sítios, também há montes de pessoas sem máscara e sem guardar distância. Porque é que a Flor quer discriminar em relação àquelas que foram a Sevilha?