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quarta-feira, novembro 08, 2017

Trump


Um ano com Trump. Recordando o ambiente que antecedeu as eleições americanas, a surpresa (para muitos) do resultado e o debate de um mundo aturdido em torno do mesmo, o mínimo que se pode dizer é que Trump não “desiludiu” a generalidade das expetativas. Os balanços aí estão, por toda a comunicação social, relativamente uniformes. Em síntese, pode dizer-se que ninguém esperava que uma sociedade com a maturidade política como a americana pudesse produzir na Casa Branca uma figura tão escassamente preparada para dirigir o mais importante país do mundo. Trump é hoje um visível embaraço para grande parte da América e é patente que o seu “establishment” se vê em grandes dificuldades para controlar a impulsividade e o estilo errático, no limiar do desastre, da sua presidência. O mundo exterior, depois do primeiro impacto, parece andar à procura do melhor modo de lidar com ele, na certeza de que, nesse relacionamento, nada é adquirido e tudo pode mudar no instante seguinte. O grande drama para a comunidade internacional é que, pela importância dos EUA numa multiplicidade de áreas, não é possível ficar à espera do pós-Trump. Se, para os americanos, como referi, Trump é um embaraço, para o resto do mundo é e vai continuar a ser um imenso problema.

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