quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Remédios para as florestas

E se, em lugar do Infarmed, esse estranho “prémio de consolação” dado ao Porto pela perda da Agência europeia (eu, se fosse funcionário do Infarmed, com uma vida organizada desde sempre em Lisboa, também resistiria à transferência), o governo decidisse colocar na segunda cidade do país a nova empresa pública que vai ser criada para a gestão das florestas?

15 comentários:

Anónimo disse...

Essa seria uma opção interessante.

A decisão da mudar o Infarmed para o Porto uma medida tomada em cima do joelho, cujos impactos não foram analisados e é apenas uma compensação pela não ida da Agência Europeia do Medicamento para aquela cidade.

Anónimo disse...

Não é estranho mas sim ridículo. E como estas coisas não se fazem da noite para o dia, só podemos ser levados a crer que a noção de que o Porto não ganharia o concurso já era antiga.

Na reunião de trabalhadores do Infarmed, 97% declararam-se contra a mudança e 92% contra a deslocação. O sindicato já disse que ninguém é obrigado a mudar-se e tem direito a ficar onde está (Lisboa). Ou seja, esta birra vai gerar confusão e desorganização aos serviços do Estado e implicar ainda mais custos. E, para quê? Para que putos birrentos e bairristas possam "orgulhar-se" de terem na sua cidade o Infarmed. Aiiiiii, o Infarmed...

Anónimo disse...

Sim, porque no Porto é só pinheiros e eucaliptos.

Anónimo disse...

E se repusessem a Casa do Douro (as respetivas funções) cuja destruição tanto tem amarfanhado a Região?
E se voltassem atrás no que destruíram em todo o interior?
E se os professores tivessem uma vidinha organizada desde sempre onde quer que fosse, que não Lisboa?
E se...

Anónimo disse...

A ideia, própria das ditaduras, de deslocar 300 famílias para outra cidade é demencial.

Duvido que vá por diante, mesmo que Rui Moreira já tenha proferido canalhices de ressaibo provinciano-tacanho-bairrista no facebook

Por outro lado, o Porto é na sua mão mais uma ideia sem sentido. Que sentido faz instalar uma agência da floresta no Porto, quando até existem Núcleos de Unidade Territoriais chamadas Pinhal Interior?

Castelo Branco, Coimbra, Viseu é que fazem sentido. Até por arderem, o que não acontece no Porto.

Azinheira disse...

Para já não falar da AICEP que tem a sua sede no Porto onde trabalham meia dúzia de pessoas e não existe representação permanente do Conselho de Administração, por outro lado possui uma "sucursal" em Lisboa com mais de 200 funcionários e outros tantos no estrangeiro ... isto desde pelo menos 2012! O Porto contenta-se assim tão facilmente? Parece que sim!

Anónimo disse...

E se o país não fosse refem das corporações?
Fernando Neves

Anónimo disse...

23 de novembro de 2017 às 09:38,

Mas desde quando é que os professores têm vidinha organizada em sítios que não Lisboa?

As grandes cidades (Lisboa, sim, mas também Porto, Coimbra, outras capitais de distrito e cidades maiores dos distritos) têm quadros de professores cheios. Têm mais habitantes e estudante e também por isso atraem muita gente nos concursos. Há em todo o país professores de vida organziada que pertencem aos quadros de escola que estão lá desde finais da década de 1980 e primeira metada da de 1990.

Há os outros, os que iniciaram carreira daí para a frente e que o mais que têm é ser quadro de zona pedagógica, que dantes era pouco mais do que distrital, mas lurdes Rodrigues se lembrou de alargar de modo desmesurado e que faz com que gente quase À beira dos 50 ande de casa às costas.


Os professores vão parar a muitos sítios, sem possibilidade de colocação, pois não abrem vagas, e não abrem vagas muito menos no interior pois as autoridades dizem não haver estudantes que de acordo com rácios oficiais o justifiquem. Mas não há vagas em lado nenhum, nem nesses sítios, nem nas grandes cidades.

Não é por atacar erradamente um fenómeno que não é de Lisboa nem tem nada a ver com o real centralismo e macrocefalia da capital que se resolve seja o que for, mas a ignorância é atrevida e fala-se sem pensar grandemente.

Anónimo disse...

E se o país fosse governado por homens de Estado e não por distribuidores de guloseimas, que dão uma chucha (xuxa?) à criança para esta não fazer uma birra por não comer o bolo??

Luís Lavoura disse...

Empresa pública de florestas no Porto não faz sentido. Em Viseu ou Coimbra, sim.

Anónimo disse...

Mas... querem tino de um governo cujo PM tem como hábito aparecer junto de bandeiras nacionais de pernas para o ar?

A JOGATANA disse...

Isto até parece um Leilão...quem mais dá!

Afinal o diabo é mesmo real, o diabo é o Costa.

Com tanta falta de moral e de carácter...só mesmo um povo sem ideias e à deriva é que pode assistir a tanta leviandade.

O comportamento desta geringonça é tal que só faltava mandar o infarmed para pedrógão.

Anónimo disse...

E se a minha avó tivesse rodas era um carro eléctrico...

PSICANALISTA disse...


Se...todos soubessem o peso das palavras,dariam mais valor ao silêncio !

Anónimo disse...

23 de novembro de 2017 às 21:54,

Exacto. Um comentário perfeitamente inútil. Não infirma, não confirma, não orienta.