É uma magnífica notícia, que honra a diplomacia portuguesa, a nossa eleição para o Conselho Executivo da UNESCO, a mais importante instância da organização. Vale a pena notar que a Alemanha foi o país derrotado no nosso grupo geográfico.
A vitória portuguesa vem provar, uma vez mais, a excecional capacidade do nosso país de ganhar eleições no mundo das organizações multilaterais.
É assim tempo de Portugal voltar a ter um embaixador dedicado exclusivamente à UNESCO porque, agora mais do que nunca, passa a ser impossível ao nosso embaixador em França assegurar o seu trabalho com o do Conselho Executivo. Estou certo que o MNE está atento a isto e à necessidade de reforço da nossa Delegação junto da organização.