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domingo, março 08, 2015

8 de março

Neste dia internacional da mulher, e num tempo em que combate à violência doméstica está (felizmente) na atualidade, vale a pena lembrar, pelo que revela de um Portugal que, se calhar, ainda continua a existir por aí, o que uma mulher de A-Ver-o-Mar dizia à escritora Luísa Dacosta, quando interrogada sobre se o marido lhe batia: "Ele não me bate muito, só o preciso".

O Estado e a arte

Este governo, não obstante projetar uma inescapável imagem de incompetência, ainda terá um módico de lucidez para perceber que a atual situa...