Repito o que já por aqui escrevi: simplesmente não compreendo este endeusamento de Ferreira Fernandes por via dos seus escritos. Nada de especial. Sim, nada de especial.
Viva a escrita de emoções, a escrita exacta no espaço exacto, a verdadeira crónica. Aprendizes de fazer crónica pode haver muitos. Quem a faça como deve ser há cada vez menos. FF, o maior, mesmo aqui, sob o aspecto proustquestionário. Obrigada, Embaixador, pela publicação. Quanto ao conteúdo, o texto o diz. Ser irmão, ser livre, às vezes é difícil, faz sofrer, sobretudo quando espúrios valores se levantam. Luísa Santos
É um regalo, um regalo, este FF.Já há poucos Ferreias Fernandes, infelizmente.
ResponderEliminarCronista equiparado ao Ferreira Fernandes só existe um !
ResponderEliminarEle próprio,e mais nenhum...!!!
Para lá da deliciosa escrita,fica a ideia de uma Angola ainda á procura do seu futuro,mas já bem fornecida de mártires.
ResponderEliminarRepito o que já por aqui escrevi: simplesmente não compreendo este endeusamento de Ferreira Fernandes por via dos seus escritos. Nada de especial. Sim, nada de especial.
ResponderEliminarLuísa Santos diz:
ResponderEliminarViva a escrita de emoções, a escrita exacta no espaço exacto, a verdadeira crónica. Aprendizes de fazer crónica pode haver muitos. Quem a faça como deve ser há cada vez menos. FF, o maior, mesmo aqui, sob o aspecto proustquestionário.
Obrigada, Embaixador, pela publicação.
Quanto ao conteúdo, o texto o diz. Ser irmão, ser livre, às vezes é difícil, faz sofrer, sobretudo quando espúrios valores se levantam.
Luísa Santos
Mais um dos muitos nacionalistas angolanos, bem sucedidos, outros tiveram menos sorte.
ResponderEliminarAinda bem que teve sorte. Se calhar, foi por ter qualidade. Olhe, que também teve a sorte de dormir em bancos públicos.
ResponderEliminarPois os bancos públicos é que era o charme que faltava.
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