terça-feira, 7 de julho de 2020

Vírus


Se a nova recomendação da OMS, no sentido de serem evitados os espaços fechados, pela possível transmissão do vírus pelo ar, vier a ser seguida com algum rigor, podemos estar perante um caso com fortes implicações negativas na recuperação económica.

6 comentários:

Anónimo disse...

Mas, entretanto, deixou de ser transmissível pelos objetos, não foi? Isto vai andando à custa de achismo, parece-me.

Há de chegar a altura em que seremos obrigados a dar razão aos que defendem o "deixa andar"...

Anónimo disse...

Em Portugal é obrigatório o uso de máscaras em espaços fechados.
A recomendação da OMS é irrelevante. E não é novidade, aerossóis alguém se lembra?
Os surtos começam sempre nos mesmos locais...sabemos bem quais são.
Um vírus bonzinho leva ao "deixa andar", mas, esta bondade não anda sem hospedeiro.

Anónimo disse...

E continuemos então o brincar às pandemias em que ninguém, ou melhor, quase ninguém, cumpre porque! Portugal é neste momento um país que se afunda a pique, social, económica e culturalmente, enquanto governantes irresponsáveis vendem a ilusão de que tudo está fantástico, quando afinal está quase tudo mal! Onde é que é que nós já ouvimos isto antes e depois foi o que foi?!

Anónimo disse...

mas Sr. Embaixador
aí é possível que tenhamos vantagens devido ao nosso clima
veja como podemos andar bem arejados durante praticamente todo o ano
com a grande quantidade de áreas exteriores desafogadas e
estruturas que existem neste país: varandas, balcões, terraços, açoteias, quintais, pátios, esplanadas, passeios, jardins, pérgolas, relvados, avenidas, alamedas, calçadões, campos de golfe, campos de tiro, campos de futebol, piscinas, lagos, praias, mar calmo de tranquilo…!

Luís Lavoura disse...

Que parvoíce, evitar espaços fechados! Querem que vivamos todos ao ar livre?! E então quando chove ou faz frio?
A OMS não recomendou tal coisa, nem poderia recomendar, pois tal recomendação seria patentemente irrealista.

Luís Lavoura disse...

"vai sempre haver uma argumentação que a incerteza e o medo trazem para manter a pressão moral sobre a necessidade de adoptar medidas socialmente desastrosas sem necessidade de as fundamentar em mais que num enunciado vago do princípio da precaução ou da preparação para o pior cenário.

O que vai a par com a mais completa ausência de empatia para com as outras vítimas de uma epidemia: os que perdem empresas, rendimentos, mercados, apoio social, cuidados de saúde, etc.."

Em https://corta-fitas.blogs.sapo.pt/alvo-movel-6962896