sábado, julho 25, 2020

Ferreira Fernandes

José Ferreira Fernandes reinicia hoje a sua colaboração com o “Público” com uma belíssima carta de amor a Angola.

(Uma vez, sem exemplo, permito-me reproduzir um artigo de um jornal que, para ser lido, deve ser pago)

8 comentários:

  1. Anónimo19:15

    É um regalo, um regalo, este FF.Já há poucos Ferreias Fernandes, infelizmente.

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  2. Cronista equiparado ao Ferreira Fernandes só existe um !
    Ele próprio,e mais nenhum...!!!

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  3. Anónimo01:15

    Para lá da deliciosa escrita,fica a ideia de uma Angola ainda á procura do seu futuro,mas já bem fornecida de mártires.

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  4. João Cabral01:23

    Repito o que já por aqui escrevi: simplesmente não compreendo este endeusamento de Ferreira Fernandes por via dos seus escritos. Nada de especial. Sim, nada de especial.

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  5. Anónimo09:53

    Luísa Santos diz:

    Viva a escrita de emoções, a escrita exacta no espaço exacto, a verdadeira crónica. Aprendizes de fazer crónica pode haver muitos. Quem a faça como deve ser há cada vez menos. FF, o maior, mesmo aqui, sob o aspecto proustquestionário.
    Obrigada, Embaixador, pela publicação.
    Quanto ao conteúdo, o texto o diz. Ser irmão, ser livre, às vezes é difícil, faz sofrer, sobretudo quando espúrios valores se levantam.
    Luísa Santos

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  6. Retornado11:00

    Mais um dos muitos nacionalistas angolanos, bem sucedidos, outros tiveram menos sorte.

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  7. Anónimo16:24

    Ainda bem que teve sorte. Se calhar, foi por ter qualidade. Olhe, que também teve a sorte de dormir em bancos públicos.

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  8. Retornado20:08

    Pois os bancos públicos é que era o charme que faltava.

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