segunda-feira, dezembro 16, 2019

“The Irishman”



Foi há dias. A reunião de trabalho estava a acabar, já em cima da hora de jantar. Todos os presentes, exceto eu, já tinham visto o “The Irishman”. Adiantei, sem grande convicção: “Se calhar, vou ver o filme hoje à noite!”. Alguém alertou: “Mas olhe que tem três horas e vinte!”. Quando me fui deitar, deliciado, o relógio já passava das quatro da matina. Bendita Netflix!

O reino desunido

Em julho de 1990, cheguei a Londres, para ocupar o lugar de ministro-conselheiro da embaixada.  Há muito que era um observador interessado n...