Cada vez mais, o ensino português no estrangeiro é, e deve ser, o de uma língua que é suporte das várias culturas que a utilizam. Senti isso ontem, no Lycée Internationale de Saint-Germain-en-Laye, nos arredores de Paris, na despedida da professora Matilde Teixeira, com vozes da diversidade lusófona a fazerem transparecer o universalismo do português.
Uma sala a abarrotar de amigos marcou a passagem à reforma daquela que, durante 17 anos, foi a diretora da secção portuguesa do liceu, que recebeu testemunhos de apreço genuíno de colegas, alunos e pessoas que se habituaram a respeitá-la, como uma das figuras mais qualificadas do nosso ensino no estrangeiro.
Como embaixador de Portugal, tive um grande gosto de me associar a esta homenagem.
