Seguidores

Se quiser ser informado sobre os novos textos publicados no blogue, coloque o seu email

quarta-feira, maio 30, 2012

Diplomacia

Com frequência, alguns jornais têm inserido notícias sobre as atividades delituosas de um vice-cônsul português no estrangeiro, qualificando-o como "diplomata". O assunto já foi aqui abordado.

Numa carta ao diretor de um jornal diário, expressei, há semanas, o meu protesto pela abusiva utilização desse qualificativo. Quando um diplomata comete um delito, deve ser tratado como tal. Quando esse delito é da responsabilidade de um qualquer outro funcionário do MNE em ação no exterior deve ser identificada a sua função específica. Neste caso, um diplomata é um diplomata, um vice-cônsul é um vice-cônsul.

Um outro colega decidiu colocar igualmente "os pontos nos is" sobre este tema, numa carta enviada ao DN, acolhida aqui pelo provedor dos leitores do jornal, Óscar Mascarenhas. Como dizia alguém de cujo nome me não quero lembrar, todos não somos demais...

Hoje, surgiu no "Público" uma nova reportagem sobre o tal vice-cônsul, escrita em termos perfeitamente corretos. Que este exemplo frutifique, é o que posso esperar.

(Nota: uma primeira versão deste post continha uma inexatidão)

Seguidores

Quem quiser receber os post publicados neste blogue basta inserir o seu email onde, em cima, figura a palavra "seguir".