Um amigo parisiense telefonou-me para Portugal, para saber da evolução do meu joelho, cujo destino repousa ainda, por estes dias, nas insuperáveis mãos de um "craque" da fisioterapia nortenha.
E, de passagem, convidou-me para, no meu regresso, jantarmos lá por casa um "jarret de porc" e revermos essa obra mítica de Eric Rohmer que é o "Le genou de Claire" (na imagem). Brincalhão...

Que post...
ResponderEliminarUm convite á lúdica criatividade
Nomeadamente aos Santos.
Isabel Seixas
A gota
ResponderEliminarA gota de chuva estudava solfejo
Indiferente à tortura que Infligia
Em cada cruel e estridente gotejo Compasso lento, insónia, que sofria
A gota sensível musical masculina
Delapida a insónia mulher deprimida
Poderá haver encontro sem consenso
A insónia beber a gota ao descanso
A gota é suspense hidratante vida
Fez da insónia uma bela adormecida
E sonhou manter-se gota só...livre
A gota despertou,a ritmo insónia olhos marejados como quem sobrevive
Maresia inerte silenciada glória.
Isabel seixas
E tao bom ter amigos fixes e com sentido de humor!
ResponderEliminarDe Londcres desejo rapidas melhoras para que o jantar e o joelho da Clarinha ainda saibam melhor...
F. Crabtree
E como já aqui uma vez referi a propósito de um amigo Embaixador, muito galanteador, é a unica chance de juntar "je" et "nous"!
ResponderEliminar"Ajoelhou, tem que rezar"...
ResponderEliminar:)
Rápida e total recuperação!
PARALELISMO ANTITÉTICO:
ResponderEliminarNenhum amigo meu teve a delicada sagesa de me telefonar, a perguntar como evoluíra a "gripe mental".
Por isso fui ver um filme... onde nenhum(a) personagem estava aparentemente "doente"...
Estava a pensar,
ResponderEliminarNos Sentidos das posições, nas posturas...Abolição natural imposta pelo único método infalível intemporal de anticonceção, um jogo de cintura referencial para deter o olhar para cima tudo e para baixo nada e na de joelhos a solidão evitante ainda politicamente correta do quase não se deve...
Mas; também por inteiro...
Da cabeça aos pés.
Isabel Seixas
um soneto é sempre benvindo e o que nos servem de comentário é bonito.
ResponderEliminarQuanto ao joelho, ou um bom chispe, é pena quase não se servir em retaurantes de lisboa ou arredores,pelo menos que eu saiba.
"De joelhos" Nem pensar.
ResponderEliminarPara merendar com queijo: fresco, flamengo,da Serra, requeijão e pão ou tosta...
Marmelada"Rapidinha"
(Receita para fazer de pé ou sentada(o))
1 Kg de marmelo
850 Gr. de açúcar
Corta-se o marmelo em quatro descasca-se e tira-se o "caroço central" e vai a cozer na panela de pressão com água suficiente.
Escorre-se muito bem o marmelo, junta-se o açúcar passa-se com a varinha.E já está, consome-se/come-se fresca,só ou acompanhada, irrelevante.
Isabel Seixas
On sait ce qu'est devenu le jenou de Clair, en revanche on ne sait presque rien du vôtre...
ResponderEliminarLe "craque" fait des miracles?
ainda hoje lembro desse filme e fui de propósito a Annecy para ver os lugares em que filmaram. Quem sabe hoje gostaria de o ver. Tenho tentado rever alguns filmes dos anos 60, mas não consigo ver até ao fim e fico surpreendido com o facto de eles nos terem empolgado naquele tempo....rssss
ResponderEliminarIsabel Seixas,
ResponderEliminaro que me divertiram os seus bem humorados e subtis comentários! Quanto aos joelhos...gosto deles (nelas) bem desenhados. Já um amigo meu tem uma fixação pelos pés delas e se aquilo não é conforme as exigências dele, a relação não tem seguimento. Cada doido com a sua mania!
P.Rufino
PS: e já agora...boa recuperação no que respeita ao joelho de Sexa!
Caro Alexandre,
ResponderEliminarAnnecy é lindíssima. Uma cidadezinha francesa encantadora! E tenho boas recordações de lá. Enfim, vidas!
P.Rufino
Ó Senhor Embaixador este seu/dela joelho, deu pano para mangas aos comentadores. De subtileza em subtileza foram do gastronómico, ao erótico, ao romântico e ao poético.
ResponderEliminarSe alguém, nas Necessidades, menos familiarizado com estas formas de expressão cultural, ler estes comentários, tem um baque...
Ou Não! Doutora Helena.
ResponderEliminarEstimular a criatividade pode promover a contenção em mentes conturbadas pela necessidade de extremar posições e induzir a pureza
a um estado de estupefação gracioso que coexista com o consenso, na harmoniosa diferença, até da identidade de género.
Isabel Seixas