sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Bonnie and Clyde

Li no site do "Público" um comentário de alguém segundo o qual Arthur Penn (agora desaparecido) terá, com "Bonnie and Clyde", sabido transportar para o cinema americano o espírito dos filmes europeus de autor. É isso mesmo!

2 comentários:

Jose Martins disse...

Senhor Embaixador,
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“Bonnie and Clyde” trouxe-me à memória um caso passado em 1969 em Quelimane, Moçambique, durante a inauguração da primeira “Feira das Actividades Económicas da Zambézia”, cujo o contrato da sonorização foi ganho por mim.
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A feira teve lugar num palmar à saída de Quelimane para o aeroporto e colocados 30 altifalantes pregados nos coqueiros.
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A inauguração teve grande pompa e com a presença do Governador-Geral de Moçambique o Dr. Baltazar Rebelo de Sousa.
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Ora enquando o Governador visitava os pavilhões da exposição, coloquei uma fita magnética no gravador com música maviosa e própria para a ocasião.
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Mas a fita inseria a música do filme “Bonnie and Clyde” e sem dar por ela os altifalantes começaram a transmiti-la.
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Eu na cabine de som não dei pelo escândado que estava acontecer no exterior.
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Só dei quando o jornalista, José Carneiro, do jornal “Notícias da Beira”, esbaforido entra na cabina e aos gritos para mim: “tira a m********** dessa música do gravador!”
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Saudações de Bangguecoque
José Martins

LP disse...

É a vida! A nossa existência é composta pelo toma lá, dá cá! rsrs