sábado, outubro 30, 2010

De joelhos

Um amigo parisiense telefonou-me para Portugal, para saber da evolução do meu joelho, cujo destino repousa ainda, por estes dias, nas insuperáveis mãos de um "craque" da fisioterapia nortenha. 

E, de  passagem, convidou-me para, no meu regresso, jantarmos lá por casa um "jarret de porc" e revermos essa obra mítica de Eric Rohmer que é o "Le genou de Claire" (na imagem). Brincalhão...

15 comentários:

  1. Anónimo05:39

    Que post...
    Um convite á lúdica criatividade
    Nomeadamente aos Santos.
    Isabel Seixas

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  2. Anónimo06:17

    A gota

    A gota de chuva estudava solfejo
    Indiferente à tortura que Infligia
    Em cada cruel e estridente gotejo Compasso lento, insónia, que sofria

    A gota sensível musical masculina
    Delapida a insónia mulher deprimida
    Poderá haver encontro sem consenso
    A insónia beber a gota ao descanso

    A gota é suspense hidratante vida
    Fez da insónia uma bela adormecida
    E sonhou manter-se gota só...livre

    A gota despertou,a ritmo insónia olhos marejados como quem sobrevive
    Maresia inerte silenciada glória.

    Isabel seixas

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  3. Anónimo15:42

    E tao bom ter amigos fixes e com sentido de humor!

    De Londcres desejo rapidas melhoras para que o jantar e o joelho da Clarinha ainda saibam melhor...

    F. Crabtree

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  4. E como já aqui uma vez referi a propósito de um amigo Embaixador, muito galanteador, é a unica chance de juntar "je" et "nous"!

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  5. "Ajoelhou, tem que rezar"...
    :)
    Rápida e total recuperação!

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  6. PARALELISMO ANTITÉTICO:

    Nenhum amigo meu teve a delicada sagesa de me telefonar, a perguntar como evoluíra a "gripe mental".
    Por isso fui ver um filme... onde nenhum(a) personagem estava aparentemente "doente"...

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  7. Anónimo08:18

    Estava a pensar,

    Nos Sentidos das posições, nas posturas...Abolição natural imposta pelo único método infalível intemporal de anticonceção, um jogo de cintura referencial para deter o olhar para cima tudo e para baixo nada e na de joelhos a solidão evitante ainda politicamente correta do quase não se deve...

    Mas; também por inteiro...

    Da cabeça aos pés.

    Isabel Seixas

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  8. um soneto é sempre benvindo e o que nos servem de comentário é bonito.

    Quanto ao joelho, ou um bom chispe, é pena quase não se servir em retaurantes de lisboa ou arredores,pelo menos que eu saiba.

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  9. Anónimo12:11

    "De joelhos" Nem pensar.

    Para merendar com queijo: fresco, flamengo,da Serra, requeijão e pão ou tosta...

    Marmelada"Rapidinha"
    (Receita para fazer de pé ou sentada(o))

    1 Kg de marmelo
    850 Gr. de açúcar

    Corta-se o marmelo em quatro descasca-se e tira-se o "caroço central" e vai a cozer na panela de pressão com água suficiente.
    Escorre-se muito bem o marmelo, junta-se o açúcar passa-se com a varinha.E já está, consome-se/come-se fresca,só ou acompanhada, irrelevante.
    Isabel Seixas

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  10. On sait ce qu'est devenu le jenou de Clair, en revanche on ne sait presque rien du vôtre...
    Le "craque" fait des miracles?

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  11. ainda hoje lembro desse filme e fui de propósito a Annecy para ver os lugares em que filmaram. Quem sabe hoje gostaria de o ver. Tenho tentado rever alguns filmes dos anos 60, mas não consigo ver até ao fim e fico surpreendido com o facto de eles nos terem empolgado naquele tempo....rssss

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  12. Anónimo18:02

    Isabel Seixas,
    o que me divertiram os seus bem humorados e subtis comentários! Quanto aos joelhos...gosto deles (nelas) bem desenhados. Já um amigo meu tem uma fixação pelos pés delas e se aquilo não é conforme as exigências dele, a relação não tem seguimento. Cada doido com a sua mania!
    P.Rufino
    PS: e já agora...boa recuperação no que respeita ao joelho de Sexa!

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  13. Anónimo18:05

    Caro Alexandre,
    Annecy é lindíssima. Uma cidadezinha francesa encantadora! E tenho boas recordações de lá. Enfim, vidas!
    P.Rufino

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  14. Ó Senhor Embaixador este seu/dela joelho, deu pano para mangas aos comentadores. De subtileza em subtileza foram do gastronómico, ao erótico, ao romântico e ao poético.
    Se alguém, nas Necessidades, menos familiarizado com estas formas de expressão cultural, ler estes comentários, tem um baque...

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  15. Anónimo01:43

    Ou Não! Doutora Helena.

    Estimular a criatividade pode promover a contenção em mentes conturbadas pela necessidade de extremar posições e induzir a pureza
    a um estado de estupefação gracioso que coexista com o consenso, na harmoniosa diferença, até da identidade de género.
    Isabel Seixas

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