Ao ver a imensidão de baixas médicas dos guardas prisionais, que hoje emulam com garbo as de muitos outros setores da função pública, lembrei-me que, em 42 anos de funcionário do Estado, devo ter "metido baixa" menos de uma dúzia de vezes. "Não tivesses sido parvo", imagino alguns a pensar.
O "crime" compensa. Ou ser honesto dá prejuízo.
ResponderEliminaré efetivamente uma coisa de bradar aos céus. era útil que viessem cá para fora os números para todos os setores da função pública, só para vermos onde vai o absentismo reinante. ainda por cima o costa inventou aquela coisa da autodeclaração, para coroar uma governação em bar aberto.
ResponderEliminarEu, pelo contrário, não é para me gabar, como funcionário público, em 40 anos de serviço, nunca fiz greve, não meti baixa nem faltei por doença um +único dia.
ResponderEliminarAlbertino Ferreira. Gabo-lhe e muito a saúde de ferro: nunca ter tido uma pneumonia, nunca ter sido operado, nunca ter tido uma gripe ou infeção intestinal de caixão-à-cova. Mas, desculpe lá, não fazer greve é um ato a registar, nada de que alguém se deva "gabar" numa democracia.
ResponderEliminarPerdoará a intromissão, Francisco, mas tal como não será motivo de orgulho dizer que nunca se fez greve, também não o é dizer que se é grevista militante. Especialmente quando as greves nem sempre são justas nem os objectivos são claros. Veja-se o caso da CP e outros em as greves são já um modo de vida, marcadas para fazer "pontes" e com forte influência partidária (escuso de mencionar). Estes grevistas são equiparáveis ao pessoal da baixas.
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