sábado, julho 19, 2025

O papagaio-do-mar e eu


Em regra, o papagaio-do-mar é dificil de observar de perto. Aparece em lugares remotos em alguns escassos meses do ano. Ontem vi e fotografei um. Olhou-me de lado, o magano! E, embora não sendo um fatalista, concluí: foi esta a última vez que vi o papagaio-do-mar. De facto, sendo eu muito pouco dado a viagens por sítios bizarros (às vezes, acontece-me, como agora) a probabilidade de voltar a ver aquela ave é nula. É triste concluir isto? Nada. Há muito mais vida para além do papagaio-do-mar!

6 comentários:

  1. João Cabral22:32

    Francisco, essas peculiares aves encontram-se no Oceanário, e acredite, deixam-se fotografar de muito perto.

    ResponderEliminar
  2. Bem, o bicho tem pinta, lá isso é verdade, mas também não deixa de ser verdade que papagaios há muitos.

    ResponderEliminar
  3. Anónimo22:45

    Pior está quem tem de aturar os papagaios de terra, que não dos ares ...
    Sempre a papaguearem o que o dono manda! Nem um improviso, um solo, um rufo ... sempre a repetirem o refrão de quem paga...
    Dá náuseas, vómitos ...

    ResponderEliminar
  4. João Cabral. Eu falei "naquela ave", não em outra...

    ResponderEliminar
  5. Lindo de morrer — até dá vontade de “roubar” a fotografia.
    A sua presença é um símbolo da biodiversidade marinha e da adaptação de espécies às condições extremas do ambiente em que vivem.

    ResponderEliminar

Jorge Palma

Estando do outro lado do mundo, fui surpreendido pela notícia da morte de Jorge Palma. Com Fausto e Sérgio Godinho, Palma faz parte do trio ...