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terça-feira, março 16, 2010

Parlamento

A Assembleia da República, através da sua Comissão dos Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas, iniciou uma nova prática: ouvir os embaixadores portugueses pelo mundo falar do funcionamento das missões diplomáticas que dirigem, dos interesses portugueses que lhes compete defender, das questões que se colocam ao seu dia-a-dia, bem como de várias outras matérias da sua atividade que interessam ao poder legislativo.

Como disse, esta é uma prática nova, que não afeta, naturalmente, o equilíbrio constitucional de poderes. Nem de responsabilidades. É o governo quem responde perante o parlamento. Ao diplomatas, como servidores públicos que têm a seu cargo a execução da política externa, compete prestar esclarecimentos sobre o modo como exercem a sua atividade e como dão sequência às instruções que recebem do poder político. Nem mais, nem menos.

Tive o prazer de inaugurar hoje estas audições, num ambiente muito simpático, muito interessante e muito interessado. E mais não digo, porque a sessão decorreu "à porta fechada".

Na " Visão"

A coluna semanal de José Carlos de Vasconcelos é dos textos que raramente falho na leitura da "Visão". O Zé Carlos escreve um ...