terça-feira, março 30, 2021

Tropa

A convulsão que a hierarquia militar atravessa, nestas horas, no Brasil, não permite raciocínios “cinzentos”: ou o presidente está a brincar com o fogo e esta coreografia lhe pode sair muito cara ou tem garantida uma força suficiente que lhe permitirá sair por cima de tudo isto.

Dias desfocados

A regular utilização do Zoom, do Teams e das restantes parafernálias de teletrabalho, com a “glicerinação” dos cenários de fundo desfocados, está a criar a ideia de que todo o país é proprietário de, pelo menos, um quadro do Noronha da Costa...

Volk

A Volkswagen, nos EUA, passou a chamar-se Voltswagen, para ficar com um ar mais elétrico-modernaço. Não sei se, nos tempos de policiamento retroativo que se vivem, isto não pode levar uma revisitação da razão do seu nome original.

Decência

A designação de “direita democrática” que, justamente, tem sido dada a partidos decentes do sistema político, não é, contudo, um conceito estático: certas escolhas, regionais e autárquicas, interpelam esse estatuto. É que foi Loures, depois os Açores, agora a Amadora e Oeiras...

A confissão de Lúcio

                        


Nos dias de hoje, todos lhe chamam JN. Na minha infância, era conhecido por “Notícias”.

O ”Jornal de Notícias” era então um dos três matutinos do Porto, sendo os outros “O Primeiro de Janeiro” e “O Comércio do Porto”. (Havia ainda, na cidade, um vespertino, de escassa e muito local divulgação, chamado “Diário do Norte”. E o portista “O Norte Desportivo”, bissemanário do famoso Alves Teixeira).

Em minha casa, lá em Vila Real, liam-se os dois primeiros jornais. O meu avô materno comprava o “Janeiro” e o meu pai o “Comércio”, onde o seu irmão Severino Costa enchia meia página diária (!), como “correspondente” do jornal que, por décadas, foi em Viana do Castelo.

O “Notícias” era então o mais popular dos matutinos, com muitos “casos do dia” (“Talhante mata sogra a cutelo em Rio Tinto”) e, em especial, com uma crescente cobertura desportiva, que ocupava mais páginas do que as dos seus diretos concorrentes. Com os anos, os restantes jornais da cidade foram desaparecendo e o “Notícias” subiu ao topo das vendas. E, a nível nacional, foi mesmo um sucesso, antes de outros modelos mais ousadamente tablóides lhe disputarem a primazia.

Em 1966, fui para a universidade do Porto fingir que estudava engenharia. Alguém me disse então, um dia, que o “Notícias” recrutava gente para ir cobrir jogos de futebol entre clubes de segunda linha da cidade e periferia, tipo Aldoar-Paranhos ou coisas assim.

Pagava à peça, creio que dez escudos(*). Íamos ao estádio, recolhíamos a composição das equipas (com as referências ao guarda-redes, defesa, médios e avançados separados por três ponto e vírgula) e escrevíamos quatro ou cinco linhas do estilo: “O onze do Aldoar falhou um penalti, por Dionísio, aos 18 minutos, pelo que o prélio chegou empatado ao intervalo. Embora tivesse ficado reduzido a dez unidades, aos 60 minutos, por expulsão de Meireles, o Paranhos, com o campo então já sob forte chuvada, viria a marcar aos 75 minutos, por Sebastião, num livre de fora da área, terminando o jogo a vencer por 1-0”. Não tínhamos estatuto para fazer a mais pequena interpretação apreciativa e apenas a referência ao estado do tempo era admitida. Muito me ri com o Frederico Martins Mendes, responsável pela minha “contratação”, quando, muitos anos depois, falámos disso!

A tarefa era executada, em regra, aos domingos de manhã, o que conflituava, muito seriamente, com o caráter crescentemente lúdico das minhas noitadas de sábado. Embora os “dez paus” me fizessem muito jeito (o meu pai, lá de Vila Real, mandava-me 22$50 por dia, para comer na cantina e “extravagâncias”), creio que larguei esse excitante exercício de “jornalismo” ao final de poucos meses. Passei a ganhar outro dinheiro em inquéritos de publicidade, porta-a-porta, nada mal pagos, com a vantagem de poderem ser feitos em horas vespertinas.

Saí do Porto ao fim de dois anos. Mudei de vida. E tinha passado, entretanto, meio século. Numa tarde de março de 2015, andava eu à procura de um restaurante, algures na Beira, quando tocou o telefone: era o Afonso Camões, diretor do JN. Convidava-me a escrever uma crónica semanal no seu jornal. Sobre quê, perguntei. Sobre o que eu quisesse. Eu tinha então uma coluna quinzenal no “Diário Económico”, mas achei que podia ter graça “regressar” ao meu velho “Notícias”, agora travestido de JN.

E assim aconteceu. Já não escrevi sobre os “Aldoar-Paranhos”, mas dediquei-me a outros prélios, políticos mas não só, as mais das vezes sobre temas internacionais, praia em que me sinto melhor.

O JN veio, entretanto, a ter outros dois diretores. A ambos, quando assumiram funções, escrevi a colocar o meu lugar à disposição, porque é da lógica mais do que natural das coisas que cada diretor escolha os cronistas que entende melhor servirem a sua equipa.

Passam agora exatamente seis anos desde que iniciei a colaboração com o JN. Foram mais de 300 crónicas. E foi tempo de parar. 

Falhei, que recorde, uma única crónica: não enviei um texto na véspera do 1° de maio de 2015, porque pensei que o jornal se não publicasse no feriado. Ora o JN faz gala de nunca deixar de se “dar à estampa”, 365 dias por ano (“e 366 nos bissextos”, disse-me, orgulhoso, o Afonso).

Mas o meu grande e verdadeiro “encalacranço” - já prescreveu e posso confessar - foi uma tarde em que estava a intervir num painel, a debater um tema qualquer, no grande anfiteatro da Faculdade de Direito de Lisboa.

Vi o telemóvel a flashar. Era do JN. Enviei uma SMS para saber o que era: queriam saber a que horas eu ia enviar a crónica. Era dia de S. João, “fechavam” a edição às cinco! Eram três e meia! E o debate estava para durar! De um lado, tinha o Eduardo Paz Ferreira, do outro, o Rui Tavares. E ali mesmo, a tratar de “alhos”, escrevi no iPad um artigo a propósito de “bugalhos”, com a atenção dividida entre os dois assuntos. E não é que o texto saiu “jeitoso”?

Ao longo destes seis anos, enviei os meus artigos dos locais por onde andava: do México, da África do Sul, da Turquia, de Luanda, da Polónia, de Paris, da Áustria, da Colômbia, de Londres, da Estónia, de Maputo, de vários sítios de Espanha, de Nova Iorque, de Bruxelas, da Holanda, do Brasil, de Berlim, de aeroportos diversos, de mais algumas paragens e, claro, quase sempre, de Portugal, de muito do norte a algum pouco sul, a maioria das vezes de Lisboa, algumas do próprio Porto, mas também da Madeira e dos Açores.

Agora, a terrível “deadline” das terças-feiras, às oito da noite (antes era à quinta-feira, até que o Miguel Guedes me pediu para trocar de dia da semana com ele), essa hora limite para entrega do texto (às vezes esticada uns bons minutos), deixou de me angustiar. É que, tenho que admitir, houve dias de “brancas” e falta de ideias até muito tarde, outros em que tinha preparados dois textos, entre os quais tinha optar.

Do lado de lá da “linha”, no JN, tinha um interlocutor regular, chamado Lúcio Brandão. A “conversa” semanal, escrita ou falada, que, desde há seis anos, por vezes tínhamos, criou mesmo uma espécie de amizade virtual entre nós. E nunca nos conhecemos pessoalmente, acreditem! Já combinámos que, atenuada a pandemia, vamos beber um copo. Espero ouvir dele a “confissão” de como, desse “outro lado”, era visto o colunista cujas três centenas de crónicas ele teve de gerir, com quem “negociava” às vezes as frases para destaque. Estou interessado em ouvir essa “Confissão de Lúcio”, para usar o título da novela de Mário de Sá Carneiro.

Tive imenso gosto em ser colaborador do JN, jornal a que só posso desejar sorte e muitos leitores. 

(*) Um amigo diz-me que seria, pelo menos, o dobro.

segunda-feira, março 29, 2021

Notícias da raia

O Eugénio Lisboa, num comentário num post anterior neste blogue, relata que, no seu tempo de tropa, um soldado lhe confessou que, na vida civil, era contrabandista. Perguntado sobre o que queria vir a ser, depois de sair do serviço militar, ele respondeu-lhe: “Guarda Fiscal”. Iria ser um funcionário competente, augurou o Eugénio.

A abrir as notícias

Merece uma análise cuidada a razão pela qual um tema internacional cuja extrema gravidade é evidente há imenso tempo sofre, de um dia para o outro, um “upgrading” informativo. Refiro-me à situação em Cabo Delgado. Não quero acreditar que seja por já haver estrangeiros mortos...

Necessidade

A forma doutrinal com que o presidente da República conseguiu dar o seu aval teórico a três diplomas, através dos quais a oposição procurou forçar o governo a gastos não orçamentados, resultou num curioso exercício jurídico de estilo. Mas não havia necessidade, é claro.

Itamaraty

O Brasil é um país que habituou o mundo a projetar uma representação diplomática de grande qualidade, por vezes em ciclos políticos bem contrastantes. Mas a diplomacia não consegue fazer milagres: não pode haver uma boa política externa sem que exista uma boa política interna.

Nabeiro e o contrabando

Já muito foi dito, e bem, sobre as qualidades desse homem de exceção que é Manuel Rui de Azinhais Nabeiro. 

Nabeiro tem origens humildes e não fez mais do que a antiga escolaridade primária. Numa entrevista dada ao Expresso, há cinco anos, revelou, sem problemas, ter estado envolvido em contrabando de café para Espanha, o que terá funcionado como a sua primeira fonte de rendimento. E também não escondeu o facto de, ainda na ditadura, ter sido presidente da Câmara municipal de Campo Maior, nomeado pelo regime de então. Com a democracia, viria a ser eleito pelo PS para o mesmo cargo.

Para quem vive em terras distantes das zonas de fronteira, o fenómeno do contrabando é pouco conhecido e compreendido em toda a sua extensão. Com os tempos, aprendi que olhá-lo como um crime fiscal como outro qualquer é uma leitura demasiado simplista.

Uma noite de inícios de 1975, no palácio da Ajuda, no seu gabinete de chefe da 2a. Divisão do Estado-Maior General das Forças Armadas, o general (então brigadeiro) Pedro Cardoso, estavam quatro pessoas. Com uma exceção, éramos todos militares, sendo eu o único miliciano. Além de Pedro Cardoso, estava o também já desaparecido general (então major) Gabriel Espírito Santo. O civil era o pai de Pedro Cardoso, um senhor já bastante idoso e que, ao que lembro, tinha sido diretor-geral das Alfândegas.

O tema da noite - e não era por acaso que por ali estávamos, já bem tarde - era uma operação que, àquela hora, estava a ser desencadeada na área de Setúbal pela "Secção de Apoio", uma grupo operacional da 2a Divisão. Os resultados da ação demoravam a chegar, nesses tempos sem telemóveis. Tratava-se do desmantelamento de uma rede de contrabando, que me lembro envolver tabaco, mas não só: à época, essas redes eram utilizadas para levar obras de artes portuguesas e outros bens valiosos para o estrangeiro.

Guardei para sempre aquilo que o pai de Pedro Cardoso então nos disse. Explicou ele que era uma verdadeira ironia serem agora os ricos a contrabandear, porque "o contrabando é uma arma dos pobres".

Era algo irónico ouvir um antigo diretor-geral das Alfândegas explicar que, nas remotas áreas de fronteira, o exercício do contrabando era um recurso compreensível por parte de quem pouco tinha para comer e que usava essa prática, pela qual se eximia à fiscalidade oficiosa, para dar de comer às famílias. E contou ele que, sendo a travessia ilegal das fronteiras também um mecanismo para fugir à repressão policial por parte de ativistas políticos, era patente existir uma cumplicidade objetiva, em especial no Alentejo, entre os contrabandistas e os ativistas revolucionários, particularmente os comunistas. Dizia ele isto com um ar de compreensão, de naturalidade.

Essa noite abalou alguns dos preconceitos que eu tinha criado sobre o contrabando. Os 90 anos do comendador Nabeiro é uma boa ocasião para me lembrar de isto.

domingo, março 28, 2021

“La Joie de Lire”


Foi em março de 1973, numa viagem a Paris.

António Belém Lima, que no final desse ano passaria a ser meu cunhado, e que hoje é um renomado arquiteto, visitava aquela cidade pela primeira vez. Eu, que já lá tinha ido em algumas outras ocasiões, dei-me ao luxo de o ciceronear pelos lugares de culto que Paris tinha então para a nossa geração.

Num desses dias, levei-o a “La Joie de Lire”.

Era então a livraria mais popular para a juventude politizada, onde se podia encontrar, não apenas toda a literatura política em voga mas, muito em especial, na sua cave, papelada dos grupos clandestinos da oposição portuguesa. Ficava numa rua transversal ao Boulevard Saint Michel (há tempos, a loja tinha sido transformada numa agência de viagens). Era propriedade de François Maspero, um editor de esquerda que ficou com o seu lugar firmado na história do livro em França. Não há ninguém da minha geração que, ao passarinhar por Paris, não tenha andado por lá. 

Passaram todos estes anos todos. Esta semana, o “Telerama”, uma conhecida publicação parisiense de atualidades sobre televisão, espetáculos e publicações, traz uma recensão crítica sobre a versão francesa de um livro de banda desenhada para crianças, escrito e ilustrado por Eduarda Lima. Que é filha de António Belém Lima, isto é, minha sobrinha.

Qual é o nome da editora do livro? “La Joie de Lire”! 

O mundo pode ser muito curioso!

O cromo

Há por aí um maluquinho, de ar e voz graves, com poupa negra, que, desde há muito, tem a “mania” de mim. Volta e meia, aí uma vez por mês, qual emplastro da internet, arranha, a meu respeito, uns textos sofríveis, com erros de ortografia e vírgulas a esmo, que a piedade de alguns deixa que passem por artigos de jornal. Neles me atribui as mais obscuras intenções e, às vezes, até poderes miríficos. Hoje, lá regressa ao seu recorrente vício, numa colunazeca qualquer. Amanhã, sob vários heterónimos, vai republicar o textículo em outros lugares. É sempre assim. Anda nisto há anos, num arrazoado cheio de inveja e despeito, atulhado de teorias conspirativas, que faz a delícia de alguns perturbados que lhe “likam” a adjetivada intriga. Que se há-de fazer? Ter piedade! O homenzinho acaba por ser um ser inofensivo, lá na sua doença! E, aos doentes, só podemos desejar melhoras. Ah! Mas é bom que vá tomando os medicamentos, claro!

Nos parabéns a Rui Nabeiro


Rui Nabeiro, que hoje faz 90 anos, é um médio empresário que desenvolve uma ação social, com impacto regional, extremamente louvável.

Num país que tem por filosofia quase endémica o ódio militante aos empresários de sucesso, atitude em que a inveja desempenha um papel não despiciendo, valha-nos esta unanimidade em torno deste homem de bem!

Como se pode observar

Há por aí uma publicação que merecia levar um prémio, pelo modo dedicado como tenta promover a língua portuguesa: abre a sua coluna de opinião a uma legião de jovens (outros já o não são, mas a educação de adultos constitui um dever cívico) completamente desconhecidos, para ali alinhavarem esforçadas e muito adjetivadas “redações”, à boa maneira escolar. A única limitação aparente é que os escribas não se afastem da linha ideológica da publicação. Subsiste apenas um insondável mistério: onde é que eles andam a descobrir essas pessoas?

Suez, Eça e Gama


Há 152 anos, Eça de Queiroz, presente na inauguração do Canal do Suez, notava para o “Diário de Notícias” que ”num canal feito para navegação não cabiam navios“. Eça exagerava, claro. O Suez foi uma obra magnífica e até já foi razão de uma guerra.

Mas o seu conjuntural impedimento, provocado por um acidente de um porta-contentores, deve estar a encher de contentamento a memória de Vasco da Gama. Afinal, dificultada que está a utilização do “short cut”, o velho caminho marítimo para a Índia é que vai valendo ao mundo. Essa é que é essa!

sábado, março 27, 2021

Bolas

Portugal jogou pessimamente, na segunda parte, contra a Sérvia. E, claro, roubaram-nos um golo. Mas Cristiano Ronaldo não pode deitar ao chão a braçadeira de capitão. Tanta coisa negativa! Deixemo-nos, contudo, de tragédias: isto é futebol! A vida é outra coisa. E o país também!

Horas avulsas

O dia de mudança da hora, em que se perdem 60 minutos, irritou-me desde sempre. Por décadas, tinha um “truque”: mantinha a hora antiga até metade da tarde de domingo e, às 4:30, “apressava” o chá, fazendo de conta que eram 5:30. E jantava meia hora mais tarde. Depois ... sei lá!

“Observare”



Pode ver a última edição do “Observare” aqui.

Menu vermelho


Uma senhora com ar de muito perturbada (coitada!), quiçá vítima do trauma psicológico da pandemia, ressuscitou, numa sessão qualquer que foi filmada, uma ideia que se cola ao velho mito de que ”os comunistas comem criancinhas”. Não esclareceu se é em “take away” ou “ao postigo”, fórmulas de serviço que, para mal dos nossos pecados da carne, teimam em nos estragar a normalidade dos dias.

Pena foi que não tenha também referido a requentada (mas muito verosímil) história de que “os comunistas matam os velhinhos com uma injeção atrás da orelha”. Sempre me fez impressão esta precisão de geografia corporal. Há tantos lugares no corpo onde se podem dar injeções com essas qualidades malthusianas e os comunistas logo foram escolher essa zona de cartilagens flácidas. Gostos!

A fábula espalhada pela excitada cidadã, ficou, além disso, e lamentavelmente, um pouco incompleta, porque é sabido, pela fiável memória popular, que o repasto com infantes, de que os “comunas” são regularmente acusados, se passa “ao pequeno almoço”, o que, gastronomicamente, como se sabe, faz toda a diferença.

Para ajudar à diversidade do menu “dessa gente” (e cito), aqui deixo agora a minha modesta contribuição.

Quanto à senhora, que, pelos vistos, está em ambulatório, apenas posso recomendar que tome os medicamentos à hora certa. Ah! E deve também tomar boa nota de que hoje muda a hora.

“A Arte da Guerra”


Esta semana, no “A Arte da Guerra”, falo com o jornalista António Freitas de Sousa, num podcast da televisão do Jornal Económico, sobre os 10 anos de guerra na Síria, o encontro sino-americano no Alasca e a nova estratégia britânica para a região do indo-pacífico.

Pode ver aqui.

Comemorações nacionais?

Serei eu quem está enganado ou seria natural que a posse da pessoa encarregada das comemorações nacionais da datas fundacionais do país foss...