A morte saiu à rua para Luís Represas, bem mais cedo do que nos habituámos a ter como normal nos tempos que correm. A sua voz faz parte do imaginário de uma geração, com trabalhos que integram o melhor património musical nacional. O "Ai Timor" e a sua afetividade por Cuba desenharam-lhe para sempre o retrato de um homem solidário. O que não é pouco.

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