No "Público" de hoje (jornal que assino on-line mas que, por vezes, também adquiro em papel, porque sim), Bárbara Reis fala-nos da pirataria de textos dos jornais, da circulação de conteúdos que são difundidos sem que quem os recebe e lê pague o que por eles devia pagar.
Vou arriscar: de seguida transcrevo uma parte ínfima de um excelente artigo de Pedro Garcias, no suplemento "Fugas". Nesse extrato, ele anota o que era bebido nas mesas portuguesas ao tempo em que a AD dessa época foi criada. Por acaso, não estou totalmente de acordo com essas notas, mas acho um bom ponto de partida para discutir o assunto e o contexto em que ele é mencionado. Quer conhecer esse contexto? Compre o jornal.
