Com a morte de Michel Galabru, desaparece o último membro do magnífico sexteto que, em 1964, inaugurou a série de filmes dos patuscos "gendarmes" de Saint-Tropez, cuja figura central era Louis de Funès. Galabru "fazia" de chefe de Funès, que titulava as principais confusões e situações divertidas.
Vistos hoje, os "gags" da trupe dos "gendarmes" ainda divertem, mas, no que me toca, acabam por cansar um pouco. Fazem parte de um outro tempo da comédia "trapalhona", que teve os seus cultores em todos os países e que, nos EUA, continuam a prosperar.
Acabaram assim os "polícias de Saint-Tropez". Não seriam tão famosos na localidade como foi Brigitte Bardot, mas a verdade é que da primeira vez que visitei a cidade, fui logo à procura do local (falso) onde aqueles "gendarmes" brilharam durante seis filmes.

Estão todos a morrer Caro Embaixador :-(
ResponderEliminarPerspectiva pessoal num blog, claro. Mas, reduzir um dos grandes assim... monsieur, quel dommage!
ResponderEliminarTambém me acontece ir procurar moradas ficcionais de personagens que aprecio: quando vou a NY, sinto-me tentada a ir, e uma vez fui mesmo, à west 35th street, ao encontro da casa de Nero Wolfe, o volumoso detetive que lá habita nos policiais de Rex Stout...
ResponderEliminarQuando vou a Portugal sempre procuro locais dos romances de Eça, sempre os achei, menos a "Encarnação" do Primo Basílio, também o Passeio Público, mas sei que existiu, o local hoje e o Rossio.
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